Artigo de opinião de Rui Torgal. Apesar do momento excecional que vivemos, o mercado imobiliário em Portugal tem vindo a recuperar e a dar sinais claros de recuperação, continuando a manter-se como uma boa opção de investimento.
O INE revelou esta semana as estatísticas sobre os preços de venda das casas no segundo trimestre de 2020. O Negócios publica agora os dados com os preços medianos em todos os municípios.
O ritmo de concessão de crédito à habitação acelerou, em setembro, aproximando-se dos mil milhões de euros. No acumulado dos primeiros nove meses do ano, os bancos financiaram mais de 8 mil milhões de euros para a compra de casa, o que representa um crescimento de 7% face a 2019.
Duas alunas da Universidade de Aveiro ganharam o prémio ‘EcotropheliaEurope 2020’, uma competição de eco-inovação alimentar, com o projeto ‘OrangeBee’, um preparado alimentar à base de aquafaba e pólen apícola que reutiliza desperdícios da indústria alimentar.
Do Porto para alimentar a mobilidade elétrica mundial. A i-charging é uma startup portuguesa criada em 2019 e que lançou agora num evento internacional online, o primeiro carregador rápido a chegar ao mercado com potência entre 50 kW e 600 kW - e de 100 a 1000 V.
O Governo português pretende aplicar €2.253 milhões dos €13.944 milhões de subsídios europeus do Plano de Recuperação e Resiliência para 2021-2026 na política de habitação e de eficiência energética dos edifícios.
Afinal, o que pode esperar Portugal em termos de investimento imobiliário no curto e médio prazo? Foi com base nesta premissa que, em plena crise económica gerada pela pandemia da Covid-19, a Associação Portuguesa de Promotores e Investidores Imobiliários decidiu questionar os seus cerca de 200 associados, que representam investimentos anuais na ordem dos 30 mil milhões de euros.
Como se faz um evento imobiliário com milhares de pessoas em tempos de pandemia dentro das regras sanitárias que obrigam a um seguro e resguardado distanciamento físico? Foi este o desafio imposto à rede imobiliária ERA Portugal que começou hoje à tarde a sua XVI Convenção Nacional, um evento que se prolonga por dois dias.
A Câmara de Loulé quer apoiar 1.400 agregados familiares no acesso à habitação até 2030 através da construção de novos fogos e reabilitação de outros, parte dos quais ao abrigo de um acordo assinado com o Governo.
A Câmara de Lisboa conta afetar pelo menos 500 casas ao abrigo do Programa Renda Acessível, durante o ano de 2021, segundo a vereadora da Habitação, Paula Marques.