Em 2017, o mercado imobiliário português destacou-se entre os demais da Europa, atraindo novos investidores à procura de um retorno financeiro. Os estrangeiros investiram em imobiliário comercial, habitacional e até em produtos alternativos como residências de estudantes e terrenos para projetos de Saúde.
Em 2018 a tendência vai consolidar-se e, diz a CBRE, o investimento nacional deverá representar apenas 15% a 20% do volume total. “Em termos de origem do investimento prevemos uma representatividade semelhante à observada em 2017, com uma predominância de investimento Europeu, no qual se deverá incluir uma quota de capital nacional na ordem dos 15% a 20%”, revela o estudo sobre tendências para 2018.
Fonte: Dinheiro Vivo
As áreas de tecnologia médica (+32%), farmacêutica (+44%) e biotecnologia (+21%) dominaram em 2020 os pedidos com origem em Portugal junto do Instituto Europeu de Patentes. Os dados mostram o maior investimento na vertente dos cuidados médicos, que num ano marcado pela pandemia substituíram as áreas tecnológicas que vinham impulsionando a inovação portuguesa.
A pandemia está a ter efeitos diretos na habitação, a vários níveis. No caso da procura sobre a oferta, o impacto manifesta-se de forma distinta no mercado de arrendamento e no mercado de venda de casas, e segundo as diferentes regiões do país.