A imobiliária ERA incluiu-se na dinâmica de regresso à normalidade decretada pelo Governo desde o início de maio e já reabriu 200 agências espalhadas pelo território nacional. As lojas ERA que voltam agora ao funcionamento vão seguir um guia de boas práticas que foi distribuído pelos 2.500 colaboradores da empresa.
O ministro das Infraestruturas e Habitação, Pedro Nuno Santos, revelou estar a ser estudada a hipótese de serem prolongadas as medidas de apoio às rendas, isto é, a possibilidade de estender-se o período de atribuição de empréstimos pelo Instituto da Habitação e Reabilitação Urbana.
Na audição da Comissão de Economia, Inovação, Obras Públicas e Inovação na Assembleia da República, o ministro das Infraestruturas e da Habitação, Pedro Nuno Santos, afirmou que “o investimento público pode ter um papel determinante, não só na travagem de uma cada vez mais certa recessão mas também na dinamização da atividade económica”.
A ERA Albufeira Centro é a nova aposta da rede imobiliária no Algarve. A agência foi inaugurada virtualmente há um mês, está situada na Rua Movimento das Forças Armadas, tem cerca de 140 m2 e conta com nove colaboradores.
Com a crise gerada pela pandemia da Covid-19, a realização de escrituras públicas - entre outros procedimentos que envolvem conservatórias e notários que são determinantes para o setor imobiliário e para a economia em geral - saltou para o topo da lista de prioridades do Governo.
Apesar das agências imobiliárias estarem há semanas de porta fechada, 83% dos profissionais imobiliários portugueses continuam a trabalhar desde casa, por causa da pandemia do coronavírus, preparando-se para o momento em que possam voltar à atividade no exterior.
O Conselho Europeu de Inovação (CEI) pretende ter um orçamento de 10 mil milhões de euros para o período 2021-2027, negociado no quadro dos apoios a sete anos da União Europeia, divulgou aquele organismo.
O Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana (IHRU) já recebeu 877 pedidos de empréstimo para pagamento de rendas, havendo quatro que partiram dos senhorios e os restantes de inquilinos, indicou o Ministério das Infraestruturas e da Habitação.