A reputação de uma empresa, depende da conjugação dos seguintes fatores:
Pessoal
› Recrutar pessoas com valores, dispostas a comprometerem-se com o projeto.
› Disponibilizar, por parte da empresa, formação e todos os meios necessários para que estes tenham sucesso e sejam felizes na atividade que exercem. Para isso é fundamental liderar, comunicar e envolver, sempre que possível, os colaboradores na estratégia da empresa.
› Transparência, verdade e justiça são valores essenciais para a relação conjunta.
› Trabalhadores satisfeitos implica trabalhadores produtivos, implementando uma política de win-win em que, quem mais contribui para a riqueza e sucesso da empresa, mais ganha. Na minha opinião, é indispensável a motivação e retenção dos melhores elementos.
› É essencial o respeito, a valorização e o sentimento de que nos importamos, genuinamente, com quem colabora connosco.
O desempenho, organização e motivação são obviamente identificáveis pelos clientes, gerando ou não, uma boa reputação.
Clientes
› São o principal ativo da empresa.
› Os clientes são cada vez mais exigentes e o seu custo de aquisição é mais elevado.
› A concorrência é cada vez mais profissional e a informação encontrar-se está mais disponível e de fácil acesso, o que nos obrigada a uma maior preparação/formação, para que possamos prestar um serviço de excelência, em que o cliente se encontra no topo da pirâmide e a única forma de o captar e fidelizar, é surpreendê-lo pela positiva.
› Os detalhes são cada vez mais importantes e atuar nos dias de hoje a acreditar no improviso e na sorte é o caminho para o insucesso. Análise, preparação, organização e estratégia devem fazer parte do nosso quotidiano.
› Se a conquista de um cliente é tão dispendiosa em meios e esforços, a sua fidelização torna-se mais fácil. No entanto, este é um aspeto onde muitas empresas e comerciais falham. Um cliente satisfeito é um embaixador, mas, a maior parte das vezes, após a conclusão do negócio, acaba por ficar esquecido.
É fundamental manter o acompanhamento, na medida em o cliente sente que continua a ser importante para nós, mantem-nos presentes, não desperdiçando todas as leads que estes possam gerar.
Produto
O fator principal de sucesso na venda de um produto, é o sentimento de necessidade, orgânica ou suscitada, que faz com que o cliente suprima essa carência com o mesmo. Assim, “se temos água para vender, devemos vender a sede”.
Relação preço-qualidade
› O equilíbrio é fundamental. O cliente tem de sentir que o preço é justo, na medida em que este é facilmente comparável com o que existe no mercado. O voto de confiança deverá estar patente na relação comercial.
› Potencializar o produto com uma estratégia adequada de marketing promocional e vendas, de forma a que o consumidor sinta facilmente os benefícios em adquirir o mesmo. Isto claro, não esquecendo a emoção que impulsiona a tomada de decisão. Os primeiros segundos em que o cliente passa pela primeira vez o olhar pelo mesmo tem de captar a sua atenção.
História e cultura da empresa
As empresas têm história e esta é cada vez mais valorizada pela maior parte dos clientes. A mesma deve ser publica de forma a ser comunicada ou consultada pelos colaboradores e clientes.
Por norma, a cultura de uma empresa reflete a imagem do seu líder, devendo, na minha opinião, contemplar um espírito de equipa forte, lealdade, verdade, inovação, criatividade, abertura ao diálogo, e um local onde as pessoas importam.
Desta forma, a imagem que passa para o exterior, é o reflexo de algo que deve fazer parte da política e quotidiano da empresa, surgindo a boa reputação como algo natural.
O imobiliário vive dias felizes. Se 2017 foi um ano de recuperação e de crescimento, 2018 promete ser um ano de expansão e também de consolidação. Expansão para alguns segmentos de mercado e consolidação dos que cresceram no ano passado. Claro que com profissionais cada vez mais qualificados pois a concorrência assim o exige.
O conceito e aplicações da Inteligência Artificial (IA) estão a revolucionar a atualidade. Começando pelo reconhecimento de imagens, passando pelo reconhecimento e síntese de voz e culminando com o processamento de linguagem natural, estamos a viver um momento de democratização de ferramentas que asseguram que a IA deixou de ser um sonho e está a assumir-se como uma commodity.
Todos os projetos empreendedores começam com uma ideia. Mas afinal o que é uma ideia de negócio? E como conseguimos descobrir se uma ideia é boa ou má, antes de avançarmos com o negócio?
Decorria o final da década de quarenta quando a já então gigante da publicidade McCann, decidiu abrir uma agência pequena que pudesse trazer inovação ao negócio já instalado da publicidade. Os mercados de vendedores centrados na explicita apresentação das características dos produtos estavam prestes a mudar.
As Startups estão na ordem do dia, até pela crescente vaga de empreendedorismo que tem surgido, muito fomentada pelas universidades.
Reputação: a pergunta já não é se tem boa imprensa, mas se tem bom Google.