21 maio 2020
A importância de uma boa apresentação dos imóveis
A importância de uma boa apresentação dos imóveis
Pedro Pereira da Silva, Franquiado ERA Baixa da Banheira
Sou defensor
de que a vídeo reportagem nunca deverá ter mais de 90 segundos

Sou uma pessoa de crenças, valores e objetivos de vida. Profissionalmente sempre estive ligado à área comercial, desde os 6 anos que acompanhava o meu pai na sua atividade de empresário e comerciante de duas sapatarias na Baixa Pombalina, em Lisboa. Foi a partir daí que, pela primeira vez, comecei a estabelecer novos limites na forma como encarava a vida, como me encarava a mim próprio e decidi nunca mais parar.

Em Abril de 2019, iniciei uma nova etapa na minha vida ao assinar um contracto de franchise com a ERA Portugal. A marca era a certa para mim, pois sempre me identifiquei com os valores do trabalho no terreno. A equipa era muito pequena, eu, e o meu amigo desde os 3 anos, Pedro Serodio, apostámos forte nesta mudança de vida. A equipa era apenas composta por uma coordenadora, dois comerciais e nós os dois.

Através das formações de fotografia e vídeo que ministrei durante 5 anos, e que permitiram já que mais de 5.000 pessoas revolucionassem o seu negócio, assim como com os resultados francamente positivos em 86 lojas da nossa rede ERA, sabia que tinha descoberto o segredo para um futuro de sucesso da ERA Baixa da Banheira: aplicar todos os ensinamentos que transmiti ao longo desses cursos na nossa Agência. Hoje, praticamente um ano depois, tenho um orgulho imenso no que esta equipa conseguiu alcançar em tão pouco tempo. Desde o primeiro dia que todos os clientes são representados da melhor forma e garantimos que a reportagem fotográfica profissional seja a forma certa de representar os seus imóveis em regime de não exclusividade. Já os imóveis em regime de exclusividade garantimos não só a fotografia profissional, bem como uma vídeo reportagem.

Através desta forte aposta na boa apresentação do imóvel muita coisa foi garantida. Transformámos o pensamento dos comerciais, que agora têm orgulho em conseguirem diferenciar-se no terreno e no mercado; a taxa de exclusivos foi gradualmente subindo, sendo cada vez mais fácil garantir resultados consistentes. A diferença da nossa montra física e digital era tão grande relativamente à concorrência que a confiança da equipa comercial consolidava-se dia após dia.

A revolução estava em curso, agora a montra física era transformada diariamente e, através desta mudança, a taxa de visitação dos clientes era algo impensável, estávamos já a vender o conceito de oportunidade, algo que é fundamental a qualquer pessoa ou atividade que queira se chamar de comercial!

Com a chegada do COVID-19 tivemos algumas contrariedade e nada foi simples, mas com foco, procedimento e uma determinação inabalável sabíamos que tudo iria correr bem. A vídeo reportagem foi imprescindível e uma das formas certas para garantir que, nesta fase preenchida pelo COVID-19, mantínhamos ou acelerávamos o instinto de compra dos clientes garantindo uma ainda melhor perceção à “distância” do seu sonho de imóvel.

A vídeo reportagem que agora todos sabemos ser fundamental, foi o acelerador certo para o sucesso da ERA Baixa da Banheira desde o início da sua atividade, em Abril do ano passado.

Como profissional do ramo da imagem, muitos colegas me perguntam se considero importante a “visita virtual” garantida pela marca Matterport ou a concorrente tecnológica, muitas vezes denominada de Virtual Tour.

Relativamente à marca Matterport considero errada a utilização ao nível técnico, além do valor de aquisição da máquina com que se faz o registo ser elevado (cerca de $3000 dólares), o sistema obriga a uma imposição contratual mensal (baixou recentemente para cerca de $300 dólares), em que o resultado informático pretendido advém da utilização do sistema descodificador da marca, não existindo nenhuma outra opção válida no mercado.

No que respeita ao Virtual Tour, desde há mais de 20 anos que fornecia o BPI com fotografias em 360º e com o upgrade do sistema “inventado” pelo Google Street View, é agora possível juntar múltiplas fotografias em 360º para gerar a ideia de visita virtual.

As razões pelas quais, como profissional do ramo da fotografia, nunca vou adotar tecnicamente ou comercialmente nenhuma das plataformas, mesmo tendo toda a tecnologia à disposição para o fazer são as seguintes:

1 - Ambos os sistemas são dependentes da qualidade de ligação (upload/ download), havendo a possibilidade da ligação interromper a transferência de dados, podendo gerar desistências por parte do visitante. Convém relembrar que nos dias de hoje a maioria das consultas são feitas através de smartphones, que têm, por vezes, limites nos pacotes de dados a utilizar.

2 - Ambos os sistemas mostram, obrigatoriamente, todo o imóvel, quer fatores positivos quer negativos, sob pena de descrença ou dúvida do visitante na seriedade da Agência por não mostrar o imóvel na sua totalidade. No caso da Matterport torna-se ainda pior, pois a planta tridimensional só é gerada com a totalidade do registo.

3 - Em ambos os sistemas não conseguimos controlar a navegação do cliente e, desta forma, corremos sempre o risco do visitante se desmotivar antes de visualizar os pontos fortes do imóvel.

Por todas estas razões e pelos resultados já alcançados através da montra da ERA Baixa da Banheira, sou defensor de que a vídeo reportagem nunca deverá ter mais de 90 segundos, e deverá ser pensada atempadamente de forma a garantir que os pontos fortes do imóvel são enaltecidos pela ordem que o comercial escolher para conseguir garantir uma ideia mais apelativa sobre o imóvel.

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