Venha quem vier, digam o que disserem, para ter sucesso naquilo que fazemos, o primeiro princípio é fazer com paixão e passar aos nossos clientes a energia e atitude necessárias para que possam estar confiantes para dar o passo final no momento das grandes decisões, nunca esquecendo que somos nós os grandes impulsionadores.
No momento atual e com a chegada do Covid-19, tudo se alterou e existe aquela expressão: tudo o que não nos mata torna-nos mais fortes! Sem dúvida, foi isso que aconteceu à minha equipa. Parar, pensar, mudar comportamentos, alterar hábitos e perceber que tínhamos de ser mais solidários.
Não baixar os braços e continuar aquilo que é a imagem de marca desta Agência, RESILIÊNCIA.
A forma de interagir e comunicar com clientes vendedores e compradores, sem dúvida, que mudou.
1 | Clientes vendedores - contacto inicial sem ser presencial; transmitir a confiança de que o mercado não se alterou, embora seja expectável que aconteça e não saibamos quando e de que forma; todas as nossas possíveis visitas cumprem os requisitos de segurança, tanto o comercial como o cliente vão munidos de máscara, luvas e pés cirúrgicos.
Não fazemos visitas aos imóveis sem previamente realizar uma qualificação financeira do cliente e recebermos fotos/vídeos, para conhecimento profundo do enquadramento do imóvel na zona envolvente, filtrar o máximo possível como, por exemplo, em que meio se encontra (rural ou urbano), acessibilidades, serviços, transportes, característica da zona (comercial ou residencial).
No momento de captar a possível angariação, transmitir que, quando comprou o mercado possivelmente estava em baixa, agora poderia ter um excelente retorno, ou seja, estimular o negócio, passar uma mensagem motivadora e otimista, ao mesmo tempo que devemos fazer entender aos nossos vendedores que se trata apenas de uma fase menos boa, que não vamos deixar de cuidar dos seus imóveis e que todos os documentos necessários para a efetivação de uma possível venda podem ser facultados pelos mecanismos normais, sem ser necessário o contacto presencial.
2 | Clientes compradores - relativamente aos nossos clientes compradores, o nosso grande argumento para estimular a compra foi transmitir a perspetiva de que nunca foi tão importante olhar para a nossa casa com uma sensibilidade diferente, e que esta seja detentora de alguns detalhes, determinantes para que possamos passar muito tempo fechados, caso seja novamente necessário. Falamos, por exemplo, espaços exteriores, varandas, terraços, coberturas, jardins, boa disposição solar, etc. Claro que em sintonia e sempre condicionada com os valores que cada cliente pode investir.
De seguida, dividir em 3 questões essenciais o momento que atravessamos:
1 - Como efetuar visitas ou deslocar-se aos imóveis de uma forma segura?
2 - A Banca mantém-se favorável?
3 - O mercado vai arrefecer?
1. Quando se deu início da pandemia, o primeiro movimento da nossa Agência foi efetuar vídeos profissionais aos nossos imóveis, partilhar com a nossa equipa nas redes sociais e, com isso, conseguimos filtrar e reduzir as visitas presenciais. Quando estas tivessem mesmo de acontecer, foi já com um conhecimento profundo do potencial do comprador (fechar negócio). Demonstrar ainda aos compradores de que as mesmas visitas aos imóveis seriam realizadas nas máximas condições de segurança.
2. A Banca continua a conceder crédito, a Euribor a navegar em valores negativos e spreads muito atrativos, diria mesmo que estamos no momento certo para recorrer a financiamento, até para segunda habitação, no sentido de obter excelentes retornos.
3. Por fim, falar sobre o mercado atual, é normal que o vendedor queira vender sempre pelo melhor preço, ao contrário do comprador que quer adquirir pelo menor valor possível. Os compradores esperam as melhores oportunidades ou que o mercado sofra uma quebra, mas a realidade é que os valores praticados não o demonstram, existe gradualmente um aumento na procura, o que realça a confiança dos portugueses em que tudo volte à normalidade.
No fim, deixar sempre uma palavra de conforto e esperança, porque os nossos valores e a forma como atuamos vão ser determinantes na realização do sonho de cada família. Não tenho dúvidas de que somos inspiradores.
O imobiliário vive dias felizes. Se 2017 foi um ano de recuperação e de crescimento, 2018 promete ser um ano de expansão e também de consolidação. Expansão para alguns segmentos de mercado e consolidação dos que cresceram no ano passado. Claro que com profissionais cada vez mais qualificados pois a concorrência assim o exige.
O conceito e aplicações da Inteligência Artificial (IA) estão a revolucionar a atualidade. Começando pelo reconhecimento de imagens, passando pelo reconhecimento e síntese de voz e culminando com o processamento de linguagem natural, estamos a viver um momento de democratização de ferramentas que asseguram que a IA deixou de ser um sonho e está a assumir-se como uma commodity.
Todos os projetos empreendedores começam com uma ideia. Mas afinal o que é uma ideia de negócio? E como conseguimos descobrir se uma ideia é boa ou má, antes de avançarmos com o negócio?
Decorria o final da década de quarenta quando a já então gigante da publicidade McCann, decidiu abrir uma agência pequena que pudesse trazer inovação ao negócio já instalado da publicidade. Os mercados de vendedores centrados na explicita apresentação das características dos produtos estavam prestes a mudar.
As Startups estão na ordem do dia, até pela crescente vaga de empreendedorismo que tem surgido, muito fomentada pelas universidades.
Reputação: a pergunta já não é se tem boa imprensa, mas se tem bom Google.