A taxa de juro implícita do conjunto dos contratos do crédito à habitação voltou a descer em outubro, recuando 3,4 pontos base, para 0,932%, face ao mês anterior (0,966%), revelam os dados do Instituto Nacional de Estatística (INE).
A taxa de juro implícita no crédito à habitação subiu ligeiramente no mês passado, mas manteve-se abaixo de 1%, um patamar quebrado em fevereiro pela primeira vez.
A margem de lucro exigida pela generalidade dos bancos portugueses nos novos créditos à habitação está a rondar 1%, muito abaixo dos spreads pedidos entre 2008 e 2015. Um facto que deixa escancarada a porta da renegociação para muitos clientes, que contraíram o crédito antes da crise financeira.