O mercado imobiliário, à semelhança de muitos outros setores económicos, está a sentir os efeitos da Covid-19. Mas afinal, como se estão a comportar a oferta e a procura de casas para comprar em Portugal com a pandemia?
O mercado imobiliário em Portugal tem conseguido dar sinais positivos, o que permite ter algum otimismo. Não obstante, a pandemia está a dificultar imenso esta atividade, logo, o futuro é uma incógnita.
Luís Lima, presidente da Associação dos Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária de Portugal (APEMIP), afirma que o mercado imobiliário nacional sofre as consequências da pandemia e tenta minimizar o seu impacto.
O Estado vai transferir para o Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana (IHRU), imóveis públicos para recuperação e colocação posterior no mercado de habitação a preços acessíveis. O valor desta transação é de 10 milhões de euros.
O Comité Europeu do Risco Sistémico avaliou os riscos do mercado imobiliário residencial dos países da União Europeia, Islândia e Noruega. Só há cinco países com risco elevado. Portugal consta entre os de risco médio, mas as recomendações do Banco de Portugal são consideradas suficientes “para mitigar os riscos identificados”.