A Assembleia Municipal do Porto aprovou a criação do programa Porto com Sentido, que visa introduzir no mercado de arrendamento habitações a custos acessíveis. Um investimento superior a 4,3 milhões de euros para um total de mil contratos de arrendamento com a duração inicial de três a cinco anos.
O programa prevê que a Câmara Municipal de Lisboa arrende casas a privados para depois as subarrendar às famílias. O Programa Renda Segura terá um custo anual de €4 milhões de euros para os cofres da autarquia lisboeta.
A Câmara Municipal de Lisboa quer arrendar mais de 1000 casas, até final do ano, para disponibilizar como renda acessível. Este programa, que visa também o regresso de imóveis em Alojamento Local para o mercado de arrendamento, junta-se à reabilitação de imóveis e construção própria já em curso pela autarquia.
O programa Obra Nova ERA comercializou 89 empreendimentos no decorrer dos primeiros três meses do ano, correspondendo a um aumento de 19% face ao período homólogo de 2019.
Portugal aderiu ao ensaio clínico Solidarity, delineado pela Organização Mundial de Saúde para recolher evidência científica sobre algumas opções de tratamento para a Covid-19, e que vai decorrer em vários centros de investigação do país.
Quando procuramos um crédito à habitação, temos de passar pela agência bancária para entregar os documentos necessários para se assinar o contrato. A startup portuguesa hAPI desenvolveu uma solução em que todos os documentos podem ser enviados pela internet e em segurança graças ao acesso aos dados da Segurança Social e da Autoridade Tributária.
O Governo apontava para março a publicação das casas inscritas no Programa de Arrendamento Acessível nos sites das imobiliárias, mas a atual pandemia provocada pelo coronavírus veio atrasar o processo.
A Câmara do Porto quer ampliar a política municipal de habitação acessível e, para isso, deverá avançar com o programa “Porto com Sentido”, que prevê a inclusão no mercado de arrendamento de imóveis que estão atualmente destinados ao Alojamento Local, captando fogos privados até agora indisponíveis.
Já há sinais de recuperação depois da propagação do coronavírus na China. Os investidores e as famílias começam agora a querer comprar imóveis fora do país, como investimento ou como residência. As principais áreas de interesse são os EUA, Canadá e Austrália, mas Portugal também está na lista.
No ano passado os portugueses gastaram 11% do seu rendimento com despesas relacionadas com a habitação, um peso inferior ao registado em 2018, ano em que a carga mediana das despesas em habitação foi de 11,7%.