A Câmara Municipal de Lisboa atribuiu 48 casas no âmbito da quarta edição do Programa Renda Acessível (PRA), que registou 2.978 candidaturas, a maioria das quais de residentes fora do concelho.
A Câmara de Lisboa quer incentivar os senhorios de Lisboa a aderir às rendas acessíveis e, para isso, decidiu acabar com o desconto de 20% que oferecia no Imposto Municipal sobre Imóveis há vários anos. Em troca, quem aderir ao Programa Renda Segura, terá isenção total deste imposto.
Entre preços de casas e de rendas, o mercado de habitação por Lisboa tornou-se um desafio nos últimos anos para quem procurava casa. Uma das razões estava no alojamento local que plataformas como a Airbnb alimentaram. Com a pandemia, este mercado sofreu uma queda que foi desafiante e também uma “oportunidade” para Lisboa.
Pela primeira vez em nove edições, a Semana de Empreendedorismo de Lisboa está acessível a todo o país.A 9.ª edição do evento, uma iniciativa organizada pelo Madeof Lisboa, tem como objetivo juntar as diferentes comunidades do ecossistema, promover a economia da cidade e posicionar Lisboa à escala internacional.
Em Lisboa, há um plano para ocupar imóveis vagos. No segundo trimestre, a capital portuguesa lançou um programa para incentivar proprietários de imóveis utilizados para estadias curtas a colocá-los no mercado de arrendamento de longo prazo.
O projeto no Alto da Ajuda, em Lisboa, que prevê a construção de 119 habitações para renda acessível – ao abrigo do Programa de Renda Acessível –, aguarda concurso público para a sua concessão, que deverá ser lançado ainda este ano, revelou a Câmara Municipal de Lisboa.
O mercado do arrendamento acessível em Lisboa é uma nova oportunidade de negócio para os mediadores imobiliários. A ideia é que os profissionais façam a “promoção, divulgação e angariação de contratos para o Programa Renda Segura” e, em troca, “a Câmara Municipal de Lisboa disponibiliza-se a pagar uma renda por cada contrato angariado e celebrado”.
Quase metade das 160 famílias beneficiárias do programa de arrendamento acessível está a pagar entre 300 e 500 euros de renda mensal. Só 8% dos arrendatários suportam uma mensalidade superior a 800 euros. Esta iniciativa integra a Nova Geração de Políticas de Habitação.
A Assembleia Municipal de Lisboa aprovou o plano para pessoas em situação de sem-abrigo 2019-2023, que prevê um investimento de 14,6 milhões de euros e a disponibilização de mais 320 casas no âmbito do programa “Housing First” até 2023.