Após 14 anos em crise, o sector da Construção em Portugal encontra-se numa nova fase de crescimento. Com início em 2017, a retoma continuou em 2018, chegou a 2019 com mais consistência e deverá apresentar no final de 2020, mais uma vez, uma evolução bastante positiva, revelaram a AECOPS e a AICCOPN.
Para 2020, as previsões da Federação Portuguesa da Indústria da Construção e Obras Públicas para a produção do sector da Construção apontam para a manutenção de uma trajetória positiva, antecipando-se um crescimento de 5,5% para o total do ano.
O setor da construção continua a dar fortes sinais de dinamismo em Portugal, contribuindo para o reforço da oferta no mercado imobiliário. No 3º trimestre de 2019 foram licenciados 5,7 mil edifícios, num crescimento homólogo de 5,9%.
A Federação Portuguesa da Indústria da Construção e Obras Públicas divulgou a Análise de Conjuntura sobre a Construção onde se verificou, ao longo do ano de 2019, um crescimento real de 6,0% face ao ano anterior, reforçando o andamento positivo dos últimos dois anos.
Os setores da construção e atividades imobiliárias foram os que melhor perfomance económica e financeira registaram a nível nacional, nas principais variáveis que medem os resultados das empresas, segundo uma análise do Instituto Nacional de Estatística.
A construção nova está de regresso, no segundo trimestre deste ano, os licenciamentos para construções novas cresceram 1,5% e a conclusão de novos edifícios aumentou 19,4%, perfazendo 3,9 mil edifícios.
A análise de conjuntura da Federação Portuguesa da Indústria da Construção e Obras Públicas sobre o sector da Construção revela que, ao longo do primeiro semestre de 2019, o comportamento do mercado das obras públicas foi francamente positivo.
A produção média no setor da construção cresceu 1,4% em Portugal em junho em comparação com o mesmo mês de 2018, mais do que a média da zona euro (1%) e da União Europeia (0,6%).
No ano passado, as 100 maiores empresas de construção a nível global geraram receitas de mais de 1,39 biliões de dólares, mais 10% face ao ano anterior.
O Índice de Produção na Construção registou uma taxa de variação homóloga de 4% em maio, mais 0,2% que no mês anterior, o que compensou o abrandamento de 0,1% do setor da Engenharia Civil.