“Não há mediação imobiliária sem tecnologia” é a convicção de Pedro Pereira, diretor de marketing da União de Créditos Imobiliários, que acredita que a compra ou venda de um imóvel deve ser feita com a intervenção de um mediador imobiliário, pois é a única forma de garantir a defesa dos interesses das partes envolvidas.
O número de fogos novos licenciados até maio avançou 19,2%, em comparação com o período homólogo, para 9.643, abaixo da subida de 43,1% registada no final de 2018, revelou a Associação dos Industriais da Construção Civil e Obras Públicas.
Em 2018 as famílias portuguesas amortizaram antes do prazo a totalidade do crédito à habitação num montante superior a 4,2 mil milhões de euros. É o valor mais elevado desde que o Banco de Portugal recolhe estes dados.
A Câmara Municipal de Lisboa aprovou a aquisição dos 11 prédios que vão ser reconvertidos no âmbito Programa de Reconversão de Edifícios da Segurança Social para arrendamento acessível e residências universitárias em zonas centrais da cidade.
Banco fechou a venda da carteira "Sertorius", composta por imóveis no valor de 400 milhões de euros, à Cerberus e Finsolutia.
O regime das Sociedades de Investimento e Gestão Imobiliária foi definitivamente aprovado. O Governo viabilizou o novo regime legal destas novas sociedades de investimento pelas quais o sector imobiliário espera há anos.
No fecho do primeiro semestre deste ano o nível de atividade da reabilitação urbana em Portugal aumentou 5,8% em termos homólogos.
O número de fogos licenciados em Portugal durante 2018 aumentou 30,3% face ao ano anterior. Foi autorizada a construção de 22,2 mil edifícios, que deverão dar lugar a 28,3 mil fogos, sendo que, quase 70% destes edifícios correspondem a habitação nova.
O Governo aprovou a construção de 3.500 casas em Almada, Setúbal, com o objetivo de disponibilizar oferta pública de habitação a custos acessíveis e que permitirão alojar mais de nove mil pessoas. A construção dos primeiros 1.100 fogos deverá estar concluída em 2023.
O Fundo Monetário Internacional considera que a subida continuada dos preços do imobiliário em Portugal ainda não requer medidas das autoridades financeiras ou do Governo.